segunda-feira, 22 de março de 2021

REDAÇÃO SEMANA 22 DE MARÇO DE 2021

 

“Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil” é o tema da redação

Antes de escrever leia isto

 http://inep.gov.br/artigo/-/asset_publisher/B4AQV9zFY7Bv/content/-caminhos-para-combater-a-intolerancia-religiosa-no-brasil-e-o-tema-da-redacao-do-enem-2016/21206


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Prazo final de entrega: segunda-feira dia 03 de abril de 2021

20 comentários:

  1. Aluna: Cayllane Patrícia 3ARC

    Na série "Elite", personagem, Nádia, uma das bolsistas vindo de família mulçumana, é proibida de usar o hijab (o véu islâmico que cobre o cabelo das mulheres) pela direção da escola, com risco de expulsão em caso de desobediência. "Aqui todos usam acessórios - bolsas caras, relógios de ouro para mostrar que são ricos... Por que não posso usar um símbolo da minha fé?" ela fala. Fora da ficção casos como esse e outros de intolerância religiosa são bastante recorrentes no Brasil e no mundo. Contudo, esse crime vêm impedindo um número cada vez maior de pessoas exercitarem seu direito, ferindo sua dignidade e devendo, portanto, ser combatida.

    Combater essa intolerância é importante para que essas pessoas que sofrem a discriminação se sintam bem e seguras, livres desse preconceito. Ao tomar como base as ideias do umbandista e psicólogo Aran Barbieri em que ele visa o conceito de que líderes de cada religião devem propagar o bem incentivando o contrário do preconceito e discriminação, promovendo a paz e o respeito mútuo.
    Muitas vezes o preconceito e intolerância não são explícitos, mas podem ser sentidos. Na maior parte são velados, por conta de hoje em dia ser crime, logo as pessoas escondem mais seu julgamento quando falam em público, mas não mudam sua mentalidade.

    Admite-se, então, que o combate a intolerância religiosa é de suma importância para que assegure um dos direitos mais antigos e o bem-estar das pessoas. Para isso é preciso que órgãos especializados, em parceria às delegacias de denúncia, ajam de acordo coma lei, investigando e punindo agressores de forma adequada, promovendo campanhas contra condutas de intolerância e nas escolas ser informado aos alunos sobre o tema e desconstruir o preconceito desde cedo. Afim de que o respeito seja base para a construção de um Brasil mais tolerante.

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  2. INTOLERÂNCIA RELIGIOSA NO BRASIL.
    ALUNA: MARIA VICTÓRIA /3° A redes


    Um terreiro de candomblé em Nova Iguaçu, na baixada fluminense, foi invadida e destruída por traficantes da região. A fachada do terreiro chegou a ser pichada com a frase "Jesus é o dono do lugar". Já na igreja primitiva, muitos cristãos eram perseguidos e até mortos por negarem a adorar a césar.

    A intolerância religiosa é uma realidade que assola comunidades em todo o mundo.
    No Brasil, esse problema está relacionado a majoritariamente ao racismo, pois a intolerância religiosa é praticada, em maior escala, contra os adeptos das religiões de matriz africana.
    Como a religião é uma característica muito marcante na cultura de um povo, pode-se usar o ataque à religião como ataque àquele povo. Ainda hoje, em alguns países, cristãos sofrem perseguição e ainda chegam a morrer, porém no Brasil a taxa de perseguição contra os cristãos é bem reduzida, felizmente.

    A intolerância religiosa está marcada na história da humanidade, principalmente porque, no passado, era comum o estabelecimento de pactos entre as religiões, em especial as institucionalizadas, como o cristianismo, e os governos.
    Além disso é importante destacar que intolerância religiosa é crime de ódio.
    Conclui-se, então, que o combate a discriminação religiosa é de suma importância para que assegure um dos direitos mais antigos a todas as pessoas.
    Informação e diálogo são ferramentas eficazes para combater a intolerância religiosa.

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  3. Aluna: Yasmin Oliveira da Silva

    No ano de 2020, um homem foi vítima de um ataque religioso, em consequência de sua escolha religiosa.
    O homem foi agredindo fisicamente e verbalmente, além de que, teve seu Kipá (boina de uso religioso) cortado com um canivete.

    Pode-se mencionar, a frase do filósofo escritor, Victor Hugo "A tolerância é a maior das religiões".
    Essa frase deixa claro o respeito que devemos ter com quaisquer religião, independente de acreditar ou não.
    A intolerância religiosa mostra também a fragilidade de quem a pratica, mostra a falta de amor, respeito, compreensão e a falta de compaixão.
    O racismo também está ligado a intolerância religiosa, a miscigenação de raças no Brasil contribuiu significamente para enriquecer a cultura do país, e onde a maior parte da população brasileira são negros de cultura afro-brasileira, contudo, as pessoas de raça negra sofrem na pele a discriminação religiosa e racismo em pleno século XXI, a violência, a intolerância religiosa, falta de políticos que atendam as necessidades dos cidadãos negros brasileiros.
    Assim como o racismo a xenofobia também está ligada a intolerância religiosa, como a religião é uma característica muito marcante na cultura do povo, pode-se usar o ataque àquele povo. Um exemplo são os muçulmanos, que enfrentam muitos ataques religiosos associados a xenofobia.

    É necessário que, para combater a intolerância religiosa, mesmo que pareça uma atitude pequena demais, dê o primeiro passo. Usar a nossa maior arma do século XXI, as redes sociais para compartilhar o respeito que devemos dar a todos independente de sua crença, também falar nas escolas e ensinar desde pequenos a importância de respeitar a opção religiosa, a cresça, a fé, as diferenças de cada um.

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  4. O Brasil é um país com uma das maiores diversidades do mundo. Os colonizadores, escravos e imigrantes foram essenciais na construção da identidade nacional, e também, trouxeram consigo suas religiões. Porém, a diversidade religiosa que existe hoje no país entra em conflito com a intolerância de grande parte da população e, para combater esse preconceito, é necessário identificar suas causas, que estão relacionadas à criação de esteriótipos feita pela mídia e à herança do pensamento desenvolvido ao longo da história brasileira.
    A princípio, é possível perceber que essa circunstância deve-se a questões políticas-estruturais. Isso se deve ao fato de que, a partir da impunidade em relação a atos que manifestem discriminação religiosa, o seu combate é minimizado e subaproveitado, já que não há interferência para mudar tal situação. Tal conjuntura é ainda intensificada pela insuficiente laicidade do Estado, uma vez que interfere em decisões políticas e sociais, como aprovação de leis e exclusão social. Prova disso, é, infelizmente, a existência de uma “bancada evangélica” no poder público brasileiro. Dessa forma, atitudes agressivas e segregacionistas devido ao preconceito religioso continuam a acontecer, pondo em xeque o direito de liberdade religiosa, o que evidencia falhas nos elementos contra a intolerância religiosa brasileira.
    Por tudo isso, faz-se necessário a intervenção civil e estatal. O Estado, nesse contexto, carece de fomentar práticas públicas, tal como a inserção na grade curricular do conteúdo “Moral e Ética”, por meio do engajamento pedagógico às disciplinas de Filosofia e Sociologia, a fim de que seja debatido a temática do respeito às manifestações religiosas e que seja ressignificado a mentalidade arcaica no que tange à tolerância às religiões. É imperativo, ainda, que a população, em parceria com as escolas, promovam eventos plurissignificativos e seminários, por meio de campanhas de caráter popular, para que diversos líderes religiosos orientem os civis, sem tabus e esteriótipos, sobre suas crenças, de modo a mitigar a intolerância religiosa de modo efetivo. Só assim, o país tornar-se-á mais plural e justo.”

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  5. Aluno: João Carlos Chalegre Costa
    Turma: 3° A Redes de Computadores

    Devido a grande diversidade cultural do Brasil, é normal pensar que nem todos no país seguiriam a mesma religião, e não tem nada de errado com isso, pois o Brasil é um país laico, ou seja, não possui ligação com nenhuma ordem religiosa em específico, porém mesmo com a liberdade religiosa sendo garantida por lei, ainda existe muita intolerância entre os seguidores de diferentes religiões.

    A intolerância religiosa pode ocorrer por diversos motivos, mas um dos principais motivos é o preconceito racial, pois ele vem de um grande contexto histórico, desde a época da escravidão, onde os negros eram doutrinados pela igreja para seguir a religião católica. Infelizmente acontecimentos como esse levam muitas pessoas a acreditarem que apenas sua religião está correta gerando preconceito e ataques a seguidores de outras religiões, principalmente as de matriz africana.

    Uma maneira de combater a intolerância religiosa, seria que as instituições religiosas falassem a respeito de igualdade, pois não importa que religião as pessoas sigam, ainda são todas seres humanos, e tem liberdade para acreditar no que quiserem, não é certo agir com violência e nem destratar as pessoas que possuem um pensamento diferente, pois liberdade de expressão e liberdade religiosa são ambos direitos garantidos a todos e aqui no Brasil ir contra esses direitos é considerado crime e pode acarretar em diversas punições.

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  6. Aluna: Amanda Rocha Buril de Albuquerque
    Série: 3°Ano-A Redes de Computadores



    A intolerância religiosa são ofensas feitas por conta da sua religião, algumas dessas ofensas podem ser verbais ou físicas.



    Desde muito cedo a intolerância à religião tem seu marco na história, os cristões eram perseguidos, maltratados e até mesmo mortos. E até os dias de hoje isso acontece, não só com os cristões, mas também com outras religiões.

    Hoje em dia as leis então mais rígidas, o artigo 5° da Constituição Federal de 1988, diz que é inviolável a liberdade da crença, sendo seguro o livre exercício de cultos religiosos. Quem desrespeita essa lei, pode levar uma punição de um a três anos de reclusão e aplicação de multas.

    Uma pesquisa atual do IBGE, fala que em nosso país a maioria das pessoas são de religião católica com 64,6% da população, evangélicos com 22,2%, pessoas sem religião 8%, espiritas 2%, religiões de matriz africana 0,3% e pessoas com outras religiões 2,7%.




    O ser o humano tem o livre arbítrio para poder escolher sua própria religião e, cada indivíduo deve aceitar e respeitar a religião alheia, mesmo que não seja de doutrinas compatíveis e não tenha as mesmas liturgias. Não basta apenas leis e punições, para a intolerância acabar. É preciso, em primeiro lugar, haver um sentimento reciproco de empatia para com todos. Só assim se começa a atenuar a intolerância religiosa.

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  7. Sônia de Andrade, 3A RC


    No início da era cristã, os adeptos do cristianismo foram duramemte perseguidos e mortos pelo sistema Romano da época, E a Igreja Católica, por sua vez, no auge de seu poder, que durou da alta Idade Média até o século XVII, também perseguiu, condenou e matou "hereges" entre os quais estavam os adeptos de outras religiões. Fatos como estes e outros mostram que a intolerância religiosa está presente há muito tempo no mundo, não sendo diferente no Brasil, tendo em vista o país como altamente diversificado em cultura e religião, porém deficiente em vários aspectos, como na falta de cumprimento das leis de intolerância religiosa e o pensamento retrógrado da população que traz sérios problemas ao convívio entre cidadãos brasileiros.


    Estabelece o art. 5º, inciso VI, da Constituição Federal, que “é inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e a suas diversas denominações, tendo isto em vista torna-se oposto a tudo aquilo que vem sendo visto nos últimos anos, como os frequentes ataques físicos, verbais e até mesmo pelas redes sociais à igrejas, templos e demais lugares onde se realizam cultos religiosos das mais diversas orientações.
    "É fácil desobedecer as leis no Brasil”. Essa foi a resposta dada por 82% dos entrevistados do Índice de Percepção do Cumprimento da Lei (IPCLBrasil), estudo realizado pelo Centro de Pesquisa Jurídica Aplicada da Direito GV. A falta do cumprimento das leis e falta de punição acaba por desencadear grandes problemas no desenvolvimento social do país.
    Em pleno século XXI muitas pessoas ainda estão sendo vítimas da oposição ao progresso no Brasil, onde se há discussões relacionadas à religiões e chegam até o extremo em agressões físicas aos que pensam diferente. O Brasil se considerou um estado laico em 7 de janeiro de 1890, onde foi promulgado o Decreto 119-A, Esse documento também garantia a liberdade religiosa e retirava do governo e do Estado a adoção de uma posição religiosa oficial, tendo como base este documento é contraditória a situação atual do país, onde hoje a intolerância religiosa antige níveis absurdos. A análise de 2017 aponta que a maioria das vítimas de intolerância são de religiões de origem africana, com 39% das denúncias. Lideram o ranking umbanda (26 casos), candomblé (22) e as chamadas matrizes africanas (18). Depois, vêm a católica (17) e a evangélica (14).


    Convém então à sociedade atual por meio de protestos e manifestações a cobrança de punições aos descumpridores das leis que atuam em pró das religiões no Brasil, e que desse modo, o Ministério da Educação também se manifeste criando diversos programas escolares que venham a contemplar as diferenças religiosas e o respeito a todas elas, retomando assim o conceito do estado laico e o progresso social do país.




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  9. Aluna: Camily Eduarda Lemos da Silva
    Série: 3°ARC

    A intolerância religiosa é um conjunto de ideologias e atitudes agressivas a diferentes crenças e religiões. É algo que já vem acontecendo desde séculos passados quando os portugueses vieram para o Brasil trazendo consigo o catolicismo e logo após os padres jesuítas quiseram catequizar os índios. Essa problemática é um desafio que abrange o mundo inteiro, e tratando do Brasil, mesmo com a Constituição Federal de 1988 que assegura a liberdade da religião e da crença, esses direitos continuam sendo violados a partir do momento em que a violência, seja ela verbal ou física, passa a ser utilizada por pessoas para marginalizar quem possui outras crenças, acarretando assim na intolerância religiosa.

    Inicialmente, é importante ressaltar que mesmo o Brasil sendo um país de Estado laico, ainda é frequente os ataques às pessoas que possuem religiões distintas. Templos são atacados e pessoas são machucadas devido a falta de respeito de um grupo religioso para o outro, o que acaba provocando conflitos intermináveis. Os muçulmanos, por exemplo, muitas vezes são vistos com o olhar de terroristas, as pessoas ficam com medo por achar que todos eles possuem uma bomba em seu corpo, sendo que não são todos os muçulmanos que agem de forma radical. Dessa forma, de acordo com o site “Agência Brasil” as mulheres são as que mais sofrem com esse preconceito, visto que são facilmente identificadas pelo uso do véu.

    Em relação a isso, o que vem causando essas adversidades pode ser chamado de fanatismo religioso, que acaba por cegar as pessoas de determinada religião fazendo com que elas achem estar seguindo uma verdade absoluta e quem for contra essa “verdade” merece ser punido. Ademais, sabe-se que a essência do Brasil hoje é marcada por diversidade cultural que foi construída através dos colonizadores e da migração de outros povos que trouxeram suas crenças e valores, e esse choque entre cultura e crença faz suceder a problemática em questão. Além disso, já dizia o filósofo francês Voltaire: “Preconceito é opinião sem conhecimento”.

    Em muitos casos de intolerância religiosa, o agente desconhece o que a outra religião prega, e para atenuar essa questão é necessário mudar a visão das pessoas sobre as demais religiões para suprir o preconceito. Logo, se faz necessário que haja educação religiosa seja no âmbito escolar ou doméstico, para que as crianças desde cedo aprendam sobre respeito ao próximo independente das diferenças, e o poder público trabalhe para incentivar às denúncias e campanhas para erradicar esse problema e que os religiosos possam desfrutar de forma correta do seu direito à crença e cultos.

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  10. Aluno: Luan Alberto Pedrosa da Silva
    Série: 3ª Redes
    Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil

    Por causa da grande variedade cultural e religiosa no Brasil, fazem que nem todos sigam uma determinada religião, isso é fato. Mas, o que não é normal é partir para agressão quando se encontra com outra pessoa de determinada religião, partir para discursos de ódio. E isso se chama Intolerância religiosa.
    Essa intolerância vem desde a idade média com a chegada dos portugueses ao Brasil até os dias de hoje. Esse problema que faz parte da nossa realidade tem que ser resolvido, para que nas futuras gerações possa ter um grande respeito mútuo entre as religiões, raças e etnias. Um grande exemplo desse ato preconceituoso foi em novembro de 2018, ocorreu um caso bastante grave de evangélicos que expulsam fiéis de religiões africanas de cemitério de Niterói. E isso é bastante trágico e que prova que a sociedade atual é muito intolerante.
    Por causa desse problema vários religiosos iniciam a criação de um sentimento de ódio e começam a praticar os mesmos latrocínios, fazendo com que o ciclo de ódio da intolerância continue sempre existir.
    Essa intolerância além de atingir os adultos, prejudicam também as crianças que estão fazendo aquilo que elas acham que é correto, e acabam sendo influenciadas pelas pessoas que estão cometendo o crime e acabam achando que é o certo a se fazer.
    Para combater essa intolerância devemos começar respeitado as escolhas de cada um. Aumentando o conhecimento das crianças nas escolas, fazendo com que as escolas passem esse conhecimento sobre religião. Outro exemplo, poderia ser que as grandes emissoras de Tv, conscientizasse e produzisse mais conteúdos para combater a intolerância religiosa.

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  11. Aluno: Edson Belizário da Silva Júnior
    Turma: 3ARC

    O período do Brasil colonial que ocorreu entre os séculos XVI e XIX, foi marcado pela tentativa de catequização dos índios, sendo obrigados a renegar as suas crenças e tradições de origem para adotar a fé cristã. Hoje, no Brasil do século XXI, tem a mesma ideia de sua origem: imposição de dogmas e violência. Tudo isso, devido a incapacidade de respeitar a aceitar o pensamento do outro. Nessa pespectiva, é possível refletir sobre a herança do pensamento desenvolvido ao longo da história e a baixa abordagem escolar.

    Em primeira análise, é possível perceber que existe preconceitos enraizados no pensamento do povo brasileiro. E na época, com a chegada dos africanos como escravos, a intolerância só aumentou, sendo até proibidos de praticar suas religiões, tendo que adotar a fé cristã. E hoje em dia, as religiões de matrizes africanas são as mais discriminadas e observadas de maneira preconceituosa e mal, sendo as que mais denunciaram entre 2011 até 2014 com 75 casos. E isso chega até ser irônico, pois o Brasil é o país que tem mais negros fora do continente africano, e isso prova a intolerância religiosa do povo brasileiro.

    Além disso, outro fator que é bastante grave é que a escola nem sempre apresenta os mecanismos que combatam a intolerância religiosa. O Brasil é um Estado laico, tendo que ser neutro independente da religião. No entanto, de maneira geral, a escola não preza pela formação de valores morais e não cumpre com seu papel de construir o respeito pelo outro. Isso pode ser visto quando as diferentes religiões não são apresentadas e poucas vezes são abordadas, fazendo com que os alunos não tenham um respeito ao próximo, assim criando cidadãos intolerantes.

    Portanto, é possível dizer que, os pilares da intolerância religiosa têm caráter histórico e cultural. Assim para desconstruir essa realidade tão presente é necessário que a polícia civil providencie para já, uma ouvidoria anônima, tal como uma delegacia especializada para incentivar denúncias em prol do combate a problemática. Ademais, é preciso que as escolas reformulem seus currículos para que possa abordar e apresentar a infinidade da cultura religiosa que há no Brasil miscigenado, e com essas mudanças poderá ser possível, viver em um mundo menos preconceituoso e mais tolerante.

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  12. Aluna: Rayssa Santana, 3ARC

    Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil
    A ausência de aceitação a partir de pessoas com direcionamentos religiosos diferentes umas das outras, está entre a sociedade a muito tempo. Podemos associar ao período histórico do movimento político ocorrido na Alemanha, o nazismo, onde judeus eram perseguidos, mortos e torturados devido a prática dos seus dogmas religiosos. Certamente, a não aceitação diante a diversidade presente não só em âmbitos locais mas também globais, pode causar inúmeras problemáticas.

    Em primeira análise, deve-se considerar que atualmente em pleno século XXI ainda é algo totalmente presente e constante em nosso país. Além disso, desde o período de colonização do Brasil que as religiões de matrizes africanas sofrem ataques. É indubitavelmente notório que o impacto causado nos indivíduos praticantes de suas doutrinas podem levá-los ao questionamento se o que é repassado culturalmente pelos povos de fato está correto a ser seguido.

    Em contrapartida, a diversidade é o que possivelmente leva as pessoas a não respeitar, não tolerar algo diferente daquilo que estão acostumados a vivenciar. Vale destacar inclusive, que muitas das vezes tudo é ocasionado devido a certa religião possuir doutrinas que estabelecem através de escrituras, opiniões e/ou crença, as demais como erradas, o que acarreta em julgamentos por parte de fiéis com os outros cidadãos pertencentes a sociedade religiosa.

    Diante os fatos supracitados, é colocado em evidência o quão desnecessário é apontar como certo ou errado o que é realizado pelo próximo. Portanto, movimentos de conscientização para as diversas crenças existentes, poderiam ser de enorme eficiência para aqueles que sofrem com ataques em maior constância.

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  13. Aluno: Vinicíus Santos
    3A Redes

    A intolerância religiosa é bastante retratado em algumas novelas e séries, mostrando como as pessoas que sofrem esse tipo de ataque vivem com medo de serem atacadas ou até mortas por conta de sua religião. Segundo a Constituição Federal,o Brasil é um país de estado laico,ou seja,a sociedade possui o direito de exercer qualquer religião, crença ou culto. Entretanto,essa liberdade religiosa se mostra afetada evidente que as taxas de violência com relação à falta de tolerância às diferentes crenças.

    O contexto da história brasileira influenciou bastante nessa questão. Na colonização,os portugueses buscaram catequizar os nativos para que os mesmos seguissem a mesma religião Europeia da época,no caso,a católica. Com a chegada dos negros africanos,houve também a repressão cultural e logo, a religiosa que, infelizmente dura até os dias atuais. Em agosto de 2017,uma idosa de 65 anos,foi agredida a pedradas pela vizinha por conta da sua religião. Ainda que a violência verbal, assim como a física, vá contra a Constituição Federal, a agressora foi presa,mas o caso foi registrado apenas como violência física e não como intolerância religiosa.
    Além disso, é importante ressaltar que intolerância religiosa é crime de ódio: não é sobre ter a liberdade de expressar um descontentamento ou criticar certa crença,mas sim sobre a tentativa de imposição, a partir da agressão, de entendimentos pessoais acerca do assunto em detrimento dos julgamentos individuais do outro sobre o que ele acredita ser certo ou errado para sua própria vida. Essa visão etnocêntrica tem por consequências a falta de respeito com o próximo, acarretando em episódios imprescritíveis para aqueles que os vivenciam.

    Pode-se concluir que, o combate a intolerância religiosa no Brasil, é de suma importância à sociedade,porque com ela é possível manter um dos direitos mais antigos a todas as pessoas,logo,seu bem estar. Para isso é preciso que os órgãos especializados em parceria com às delegacias de denúncia, ajam de acordo com a lei, investigando e punindo os agressores de forma adequada. Ainda mais, o governo deve promover campanhas contra condutas de intolerância e as escolas devem gerar debates, informando seus alunos sobre o tema e desconstruindo preconceitos desde cedo.

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  14. Thiago Augusto Araújo Fonseca
    3A RC

    Desde que o humano é conhecido como humano, vivemos em torno de culturas diferentes, línguas diferentes e por fim cremos em deuses diferentes.
    Assim como na Grécia eles acreditam em deuses como Zeus, Hades e Poseidon, em alguns lugares do Brasil existe o costume da cultura cristã acreditar em Jesus.
    Mas assim como humanos tem suas diversidades, vem o caos disso tudo que é as diferenças. Se uma pessoa bota arroz em cima do feijão, existe a possibilidade de alguém não concordar com essa opinião e querer tentar fazer a pessoa pensar do outro modo ou ele apenas o ignora.
    Não é diferente com a religião, uma pessoa pode crer em deus e outra não, e isso gera muita confusão e brigas tanto verbais como físicas. Já houve casos de alguém morrer por culpa de sua opinião religiosa, exemplo a inquisição(tribunal eclesiástico instituído pela Igreja católica no começo do século XIII com o fito de investigar e julgar sumariamente pretensos hereges e feiticeiros, acusados de crimes contra a fé católica).
    Outro exemplo que pode ser dado é o islamismo onde antes de morrerem eles proclamam ''alah hua kibar'' que traduzido seria ''Ala é maior'' ou ''Ala é grande''. Sabendo disso, muitas pessoas querem entrar em discussão sobre que deus é maior ou não, mas não era mais fácil apenas aceitar que esta pessoa acredita nessa religião e a outra pessoa em outro deus? Todos os problemas da intolerância religiosa seria resolvidos apenas com conversas civilizadas em que cada um tem sua opinião e cada um acredita nela e fim.
    Mas a intolerância só irá acabar quando aprendermos que cada um tem opiniões diferentes de si.

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  15. MATHEUS ANDRADE DE ABREU
    3ARC

    O Brasil é um país com uma das maiores diversidades religiosas do mundo devido aos colonizadores e imigrantes que chegaram em meados do ano 1500 e desde então foram agregando suas culturas e crenças que foram essenciais para a formação desse território. Todavia é perceptível que várias pessoas tenham dificuldade de conviver com tais diferenças religiosas, e para acabar essa intolerância é necessário procurar as causas que logo estão ligadas a prejulgamentos tomados ao logo da história brasileira

    A princípio, é importante lembrar que as crianças e os jovens são cem porcento influenciados por tudo que eles escutam dos familiares e o que eles vêem na mídia , pois , ainda estão formando suas opiniões, então quando é visto na televisão os políticos da bancada evangélica que se posicionam contra o aborto e de que forma alguma aceitam a comunidade LGBT, há um equívoco, pois leva as pessoas pensarem que todos os seguidores dessa determinada religião são da mesma maneira, criando-se um "modelo evangélico" mostrado pela mídia, em que mostram-o como brutos, preconceituosos e moralizador, que infelizmente foi a agregado aos fiéis, graças a mídia Como já disse Adorno, sociólogo que estudou a Indústria Cultural, a mídia cria certos esteriótipos que tiram a liberdade de pensamento dos espectadores, forçando imagens, muitas vezes errôneas, em suas mentes.

    Ademais, podemos ver que certos preconceitos estão enraizados nós pensamentos brasileiros há muitos tempo, desde o tempo das grandes navegações, pois já naquela época os portugueses chamavam alguns povos africanos de bruxos, e com a chegada dos escravos aqui no Brasil a intolerância só aumentou cada vez mais e eles foram proibidos de praticar suas religiões aqui, e com isso eles eram obrigados pelos agricultores a praticar o cristianismo. No entanto até hoje essas religiões afro-brasileiras são denominada por certas pessoas de "macumba" ou "bruxaria", por isso os fiéis dessas religiões são os que mais denunciam, entre abril de 2012 e dezembro de 2015, 71% das queixas de atentados religiosos partiram de adeptos de religiões afro-brasileiras.

    Portanto, é dever do MEC, ministério responsável pela educação nacional, implantar a matéria de Ensino Religioso nas escolas (públicas e privadas), buscando ensinar um pouco sobre todas as religiões e a respeitar cada uma delas afim combater a intolerância religiosa no Brasil


    MATHEUS ANDRADE DE ABREU
    3ARC

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  16. José Miguel da Silva
    3ARC

    A Constituição Federal de 1988 — assegura a todos a liberdade de crença. Entretanto, os casos de intolerância religiosa indica que esse direito na prática não é bem aplicada. O direito a liberdade individual no meio religioso também não é bem respeitado entre alguns indivíduos.

    A princípio, é possível perceber que existem diversas falhas sociais e jurídicas, pelo fato de que existi uma frequente impunidade a atos de discriminação religiosa, também sendo minimizados, já que existe uma grande intolerância impulsionado pela falta de laicidade do Estado, onde existem diversas decisões políticas com interesse religioso unilateral.

    O respeito sobre a liberdade individual é fundamentais para qualquer conviveu saudável entre diversas religiões, porém em diversas situações são observadas situações de intolerância para com determinadas religiões, praticados tanto por civis e quanto subliminarmente pelo estado, onde essa entidade "cria" o "direito" que estará submisso a mudanças ou revogações.

    com tudo, para impedir que outros venham a sofrer atos de discriminação religiosa, deve ser realizado uma maior fiscalização a respeito da laicidade estatal, levando com seriedade a parte criminal de tais atos e criando um meio de conscientização sobre liberdade religiosa, visando assim alcançar um ambiente social tolerante as diferentes religiões, resguardado por leis que respeitem o individualismo.

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  17. Aluno: Thiago Mariano Lima da Silva
    Turma: 3ª A – Redes de Computadores
    (Entregando novamente dia 10/04/2021 porquê entreguei na data certa porem no lugar errado, espero que considere, obrigado)

    É notório que os preconceitos no Brasil ainda é um assunto muito delicado porquê vemos esse tipo de coisa acontecendo com muita frequência, e um dos motivos que mais mostra esses acontecimentos com mais frequência é a intolerância religiosa principalmente levando em conta que o Brasil é um país miscigenado com culturas e religiões de toda parte do mundo assim aumentando as chances de ocorrer mais casos de intolerância.
    Certamente com o preconceito religioso aparecem muitos casos de violência por conta da intolerância, segundo a secretaria de direitos humanos da presidência da república entre 2011 e 2014 foram registrados 216 casos de intolerância religiosas e desse total de casos 44 envolveram violência física e desses 44 casos, 15 foram só denuncia por descriminação as religiões Afro-brasileiras.
    Dessa forma os casos de violência por preconceito religioso diminuiriam muito se fosse criadas e oferecidas campanhas para conscientização assim aumentando a empatia e ajudando a sociedade a ver que o respeito é a base de tudo.

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  18. Aluno(a): Yasmin Vitoria C. Rocha da Silva
    3A Redes

    Com o crescimento da diversidade religiosa no Brasil é verificado um crescimento da discriminação religiosa, tendo sido criado o Dia Nacional de Combate á Intolerância Religiosa por meio da Lei n° 11.635, de 27 de dezembro de 2007, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula Da Silva.
    A constituição prevê a liberdade de religião, a igreja e o estado estão oficialmente separados, sendo assim o Brasil é um Estado Laico, ou seja, o poder do Estado é imparcial em relação às questões religiosas, não apoiando nem se opondo a nenhuma religião.
    Em um país de maioria absoluta cristã, a prática religiosa negra e Umbanda reformada foi duramente perseguida pelas delegacias de costumes até a década de 60 do século XX.
    Para os católicos, o homem brasileiro praticamente de Umbanda encontrava-se em uma situação marcada pela miséria material e moral. Exemplo desse posicionamento está na entrevista dada em 1957 pelo arcebispo de Porto Alegre, Dom Vicente Scherer, à Rádio Gaúcha sobre as atividades da Umbanda no Rio Grande do Sul e transcrita na revista da arquidiocese de Porto Alegre:

    "A Umbanda é a revivescência das crendices absurdas que os infelizes escravos trouxeram das selvas de sua martirizada pátria africana. Favorecer a Umbanda é involuir, é aumentar a ignorância, é agravar doenças."

    Como sabemos isso não é de hoje, nossas Raízes brasileiras foram duramente perseguidas com a chegada dos portugueses no Brasil. Como conta a história, os índios tiveram que renegar suas crenças e tradições de origem, enfrentando catequização dos padres Jesuítas.
    Logo após os negros africanos escravizados tiveram que cultuar seus orixás através dos santos católicos, estratégia usada para driblar a doutrinação católica dos senhores de terra.
    As religiões de matriz africana continuam sendo as mais impactadas pela intolerância religiosa. No passado, os terreiros e praticantes eram alvos da polícia e nos dias atuais são reféns de ataques e atos de vandalismo.
    Por isso a umbanda e o candomblé são as crenças mais atacadas no Brasil. Religiões evangélicas e espíritas ficam logo atrás.
    Logo, é necessário que o governo investigue casos de Intolerância Religiosa através de fiscalizações no cumprimento de leis, investimentos em mais canais de denúncia e postos policiais que realmente estejam em vigor. Além disso, é preciso que o poder público busque ser o mais imparcial (religiosamente) possível, a partir de acordos pré-definidos sobre o que deve, ou não, ser debatido na política e disseminado para a população.
    Devemos ter respeito com quaisquer religiões, independentemente de acreditar ou não!

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  19. Devido a grande diversidade cultural do Brasil, é normal pensar que nem todos no país seguiriam a mesma religião, e não tem nada de errado com isso, pois o Brasil é um país laico, ou seja, não possui ligação com nenhuma ordem religiosa em específico, porém mesmo com a liberdade religiosa sendo garantida por lei, ainda existe muita intolerância entre os seguidores de diferentes religiões.

    Essa intolerância vem desde a idade média com a chegada dos portugueses ao Brasil até os dias de hoje. Esse problema que faz parte da nossa realidade tem que ser resolvido, para que nas futuras gerações possa ter um grande respeito mútuo entre as religiões, raças e etnias. Um grande exemplo desse ato preconceituoso foi em novembro de 2018, ocorreu um caso bastante grave de evangélicos que expulsam fiéis de religiões africanas de cemitério de Niterói. E isso é bastante trágico e que prova que a sociedade atual é muito intolerante.Por causa desse problema vários religiosos iniciam a criação de um sentimento de ódio e começam a praticar os mesmos latrocínios, fazendo com que o ciclo de ódio da intolerância continue sempre existir.Essa intolerância além de atingir os adultos, prejudicam também as crianças que estão fazendo aquilo que elas acham que é correto, e acabam sendo influenciadas pelas pessoas que estão cometendo o crime e acabam achando que é o certo a se fazer.

    Pode-se concluir que, o combate a intolerância religiosa no Brasil, é de suma importância à sociedade, porque com ela é possível manter um dos direitos mais antigos a todas as pessoas, logo, seu bem estar. Para isso é preciso que os órgãos especializados em parceria com às delegacias de denúncia, ajam de acordo com a lei, investigando e punindo os agressores de forma adequada. Ainda mais, o governo deve promover campanhas contra condutas de intolerância e as escolas devem gerar debates, informando seus alunos sobre o tema e desconstruindo preconceitos desde cedo.

    Nome: Sueverton Americo Ribeiro
    Turma: 3°ARC

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Redação 19 de Abril

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